Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 13/10/2017

No que se refere ao sistema carcerário brasileiro, é possível afirmar que os presídios encontram-se com superlotações, o que faz gerar diversos problemas. Isso e evidencia não só pelo número de presos colocados em uma cela, mas também pelas iniciativas precipitadas do governo. Nesse sentido, convém analisarmos os principais motivos para essa problemática e solucionar esses entraves.

Segundo o matemático Arquimedes, dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço. Logo, isso nos leva a refletir sobre como o sistema carcerário brasileiro vem contrariando esse experimento, visto que os presos estão cada vez mais apertados dentro das celas. Precisamente, a mídia nos mostra como os presídios estão precários. As pessoas ficam nas janelas pois não suportam ficar em um metro quadrado pequeno com tanta gente aglomerada. Ademais, possivelmente deve ocorrer problemas de saúde, como desmaios, devido à escassez dos locais e isso faz com que a criminalidade aumente devido a euforia dos presos.

Outrossim, iniciativas precipitadas da justiça piora esse entrave. Segundo a folha de São Paulo, 40% dos presos estão esperando o julgamento, ou seja, não foram condenadas. Logo, não há necessidade de mantê-los dentro das celas pois só pioram essas atitudes, tanto para o presídio, quanto para o crime. Vale ressaltar a rebelião ocorrida no começo do ano de 2017, aonde diversos presidiários foram mortos por brigas de facção. Justamente, não se torna eficaz prender as pessoas, mas investir em outros recursos que melhorem as atitudes e a inclusão dos presos.

Fica claro, portanto, que medidas são necessárias. Cabe ao Governo Federal prender somente os cidadãos condenados a fim de evitar as superlotações nas cadeias. o poder público deve também investir em políticas educacionais e trabalhistas a fim de incluir o indivíduo na sociedade em prol de que não procurem o crime novamente, visto que segundo Aristóteles, a base da sociedade é a justiça.