Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 11/10/2017

Com o grande aumento populacional, a situação carcerária ficou severamente prejudicada, pois por consequência houve o crescimento da população da mesma. O livro Memórias do Cárcere, de Graciliano Ramos, citava que na geração de trinta as condições dos presos já eram deploráveis. Nesse sentido, pode-se perceber que o problema está se agravando, devido ao crescente número de tráfico de drogas e furtos.            Investir nestes detentos não é premiar a bandidagem, mas sim oferecer uma nova oportunidade para que não sejam presos novamente, já que, conforme pesquisas, 70% desses indivíduos reincidem ao mundo do crime. Desta forma, a expressão usada pela sociedade “bandido bom é bandido morto” deve ser repensada para que possam ser tratados com o mínimo de humanidade.

A falta de defensores públicos gera a superlotação nos presídios. Além disso, segundo estudos, o Brasil triplicou o número de presidiários em 14 anos, sendo a quarta população carcerária do mundo. Um dos principais fatores que levam o país a estar nessas condições é o tráfico de drogas, seguido do furto e do roubo.

Portanto, como o crime é visto de forma individual, é necessário cobrar melhorias em relação a educação e condições de vida do preso. Segundo o artigo 40, é preciso garantir a integridade física e moral do mesmo. Outrossim, é possível que a sociedade considere o presidiário como uma pessoa que possa atuar em meio a sociedade. Desta forma, é possível mencionar a ideoria de Kant, na qual ressalta que “o homem nada mais é além daquilo que a educação faz dele”.