Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 09/10/2017

A crise carcerária do Brasil vem se deteriorando desde 1922 onde ocorreu um dos principais massacres do país. Desde então, muitos outros problemas acontecem nesses locais, deixando muitos presos molestados fisicamente, como também emocionalmente, resultado da má administração desses locais.

Outrora, a prisão deveria ser uma instituição socializadora, de forma a reeducar pessoas que cometeram crimes, incentivando as para que não os cometam mais, e  devolve-los novamente a sociedade. Entretanto, pois na maioria das vezes os presos são submetidos a condições desumanas, são espancados nas selas, sofrem estupros, e acabam contraindo doenças como a Aids, doença que Drauzio Varella relata em seu livro estação Candiru, que também contrairam essa DST através do compartilhamento de seringas sem esterilização.

.  Além disso, a superlotação é outro problema a ser enfrentado, pois selas penitenciarias abrigam o dobro de sua capacidade, ferindo assim  a dignidade humana, que é assegurada pela constituição federal de 1988, porém nem sempre é colocada em vigor. Logo a grande maioria volta a cometer delitos, por não serem bem instruídos na prisão.

Portanto, medidas devem ser tomadas para combater esse impasse, como o uso de penas alternativas para diminuir o volume de detentos, e combater a superlotação, e investir na melhoria das prisões, e incentivar a pratica de esportes em seu tempo livre, garantindo dignidade aos presos, para que não se sintam desmerecidos e não voltem a praticar crimes.