Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 05/10/2017

Com a Revolução Industrial no final do século XVIII e início do XIX, o mundo passou por grandes transformações, na qual, já era notório a discriminação de gêneros, classes socias, precários ambientes de trabalho, exaustivas cargas hórarias e um salário nada motivacional. Em vista disso, esse crescimento desenfreado trouxe uma divisão da populoação, gerando grandes problemas, como tráfico de drogas, de armas, violência e crescimento das favelas.

Em primeira instância, o Brasil é o quarto país do mundo em números de presos e o único desses quatro em que o número só aumenta, a falta de agentes penitenciários treinados, o descaso do governo com esses presos, a superlotação, a situação de tortura e maus tratos, são combustível para a violência. Como já dissia o filósofo Jean - Paul Sartre “A violência, seja qual for a maneira como ela e manifestada, é sempre uma derrota”.

Além disso, existe pessoas que já cumpriram toda a sua pena e ainda estão presos porque não têm advogados, a Defensoria Pública e a Vara de Execuções Criminais estão sobrecarregadas, assim sendo os presos não tem acesso a educação, insentivos para melhorar seu comportamento, a convivência com bandidos perigosos propociona um caos, pois cresce o incentivo as rebeliões, as fugas e mortes dentro e fora das prisões.

Diante dos fatos supracitados, percebe-se uma necessidade de adoções de medidas. Cabe ao governo, fazer investimentos no sistema carcerário brasileiro, melhorando a questão da superlotação, propocionando uma educação, incentivando os estudos, oferecendo condições básicas de saúde e higiene. E necessário, o treinamento de agentes penitenciários, dando lhes maior conhecimento e desenvoltura para exercer seu cargo com êxito, ademais, pode -se contruir um regime semiaberto, unidades agrícolas para presos de menor periculosidade e fechado com segurança máxima para os demais.