Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 05/10/2017

O Brasil apresenta a quarta maior população carcerário do mundo. E de acordo com uma pesquisa da revista Folha de São Paulo até 2022, chegará a 1 milhão de presos. Com isso, cabe-se pensar nas questões que influenciam esse aumento, como o desemprego e a falta de ressocialização.

Vale pontuar de início que o emprego é o alicerce para a sustentação de todas as família. Como disse o jornalista Benjamin Franklin, “o trabalho dignifica o homem”. Logo, com a diminuição ou a falta de mesmo, muitos indivíduos entram para o mundo do crime achando ser a solução. Assim, os detentos brasileiros são uma mescla de desempregados e de pessoas sem escolaridade, visto que na maioria das vezes não possuíram condições adequadas para se desenvolveram intelectual e socialmente.

Outra fator de suma importância é de que por meio de seu legislador o Estado, determina regras e condutas a serem seguidas para o bom funcionamento da sociedade. Uma vez que a pessoas as descumpram elas sofrem sanções de acordo com a infração cometida, na maioria das vezes são privadas de sua liberdade para que após serem julgadas e cumprirem a pena, tenham medo da penalização e não voltem a cometer delitos. Porém,  como não há ressocialização correta dos mesmo, eles voltam a infringir a Lei, cerca de 70% de acordo com o Conselho Nacional de Justiça, e são presos novamente, aumentando o número de presos e causando ainda mais problema para o sistema carcerário.

Para que se reverta, portanto, esse cenário caótico, é necessário que, o Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE), crie medidas que garantam emprego a todos, ele pode fazer isso com parceria com grades empresas, uma vez que elas precisam de mão-de-obra. Outra medida que dever ter tomada é o Ministério da Educação empregar o Ensino de Jovens e Adultos (EJA) nas penitenciárias, de maneira a garantir a reinserção desses indivíduos na sociedade e ajudar a evitar sua volta para as mesmas.