Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 04/10/2017
O Brasil é um dos 5 primeiros países que possuem o maior número de presos em seu território. Devido a elevada quantidade de detentos, o sistema carcerário tem enfrentado diversos problemas, haja em vista que os presídios encontram-se superlotados e são poucos os trabalhadores destes locais.
Um dos principais contribuintes para a superlotação é a morosidade do sistema penal. Cerca de 40% dos presos são provisórios (os que aguardam uma sentença definida), acarretando, consequentemente, problemas relacionados ao contato direto que estes terão com os demais, podendo possibilitar que venham tornar-sem novos solados do crime, se ainda não forem.
Outrossim, a falta de empregados no ambiente carcerário, contribui para o aumento da violência e das mortes nos presídios, como as vistas no início do ano de 2017. Igualmente, soma-se isso ao déficit no sistema carcerário que deveria recuperar os detentos para o convívio social. Desse modo, programas de reeducação e inclusão não são finalizados, por conta do número elevado de presos e desorganização das prisões, que contribuem para o crescimento do crime organizado.
Logo, entende-se que há necessidade em erradicar as falhas deste setor. Por conseguinte, propõe-se que a esfera judiciária crie concursos para profissionais na área penal, a fim de acelerar os processos de presos provisórios, de outro modo, o Governo Federal deve promover cursos na intenção de especializar agentes carcerários, que gerarão emprego e garantirão segurança, bem como, fazer valer os programas de inclusão social dos detentos, através de cursos, palestras e trabalhos voluntários.