Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 04/10/2017

Incontrovertível dizer que o Sistema Carcerário brasileiro enfrenta uma das suas piores fases. Seja pela surperlotação nos presídios, poucos defensores públicos ou investimentos, os números aumentam a cada dia, gerando, dessa forma, uma preocupante situação a toda sociedade.

Hodiernamente, um dado do Ipofen destacou que 607,7 mil brasileiros se encontram presos no Brasil. Ademais, desse total de pessoas, 222 mil são prisões preventivas, ou seja, evidencia a falta de comprometimento com a lei, visto que,  os detidos não recebem o julgamento por parte dos juízes, para ser absorvido ou condenado.

Outrossim, de acordo com a instituição de 1988, os direitos fundamentais  de vida dispõe toda a população. Todavia, há um descaso com o sistema prisional, uma vez que existam presídios lotados, com pouca higiene e a ausência de segurança, um exemplo disso são penitenciários usando livremente celulares nas cadeias. Em decorrência disso, as revoltas são intensificadas, ocasionando mortes e destruição, além de colocar em perigo moradores próximos aos locais.

Com base nos argumentos supracitados, é imprescindível a ação de métodos que amenizem a atual situação. Primeiramente, o Ministério da Justiça e Segurança Pública devem investir em mais segurança nos presídios, além de defensores públicos,visando amenizar os números de detenções. Por fim, o Ministério da Educação deve instaurar palestras feitas por profissionais da área do Direito, objetivando um maior conhecimento por parte dos alunos sobre o sistema carcerário, para que conscientize e se tenha uma geração com menores números de presos no país.  Pois, assim já dizia o filósofo Pitagóras: " Eduquem seus filhos e não será necessário castigar os homens."