Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 12/10/2017

Em países desenvolvidos como na Holanda, o número de presos se apresenta em número muito baixos, tendo em vista as politicas de informação e execução do governo. Entretanto no Brasil a realidade é outra, só nos últimos 20 anos o número de presos teve um aumento de 517 mil vezes mais em comparação há anos atrás. Nesse sentido convém analisarmos as principais causas das superlotações e das condições que esses indivíduos vivem.

No que se refere ao aumento de prisões efetuadas atualmente de 600 mil detentos apenas 20% destes são condenados a regime fechado, e os outros 80% se dividem entre absolvidos e condenados a regime aberto , ou seja a maior parte dos encarcerados nem deveriam estar lá. Além das superlotações que afeta a maior parte dos presídios do país, um outro empasse que vem gerando preocupação das autoridades  são as rebeliões que só no começo de 2017 como em presídios situados em Roraima e Manaus, houveram um total de 120 mortos, e isso evidencia-se pelas condições precárias e desumanas que os mesmos se encontram, lotação das celas que ultrapassam o limite, falta de suprimentos básicos de higiene pessoal, epidemias que pelo acumulo exacerbado de pessoas acabam se espalhando rápido demais. É de muita importância que os encarcerados recebam um olhar especial,não só o passado deve ser lembrado, o futuro também tem que ser  trabalhado, assim no final da sentença os mesmos saíram mais humanos e não mais revoltados, tendo assim chance a um recomeço.

Diante desse cenário é imprescindível uma ação do governo, juntos aos Ministérios da defesa e da saúde elaborar propostas que sanem o problema das superlotações,com o aumento de defensores públicos acelerando assim os trâmites das solturas dos adequados,e na melhoria das condições que os presos vivem,com maior disponibilidade de condimentos básicos e individuais.Como também na elaboração de programas e cursos profissionalizantes ministrados dentro dos presídios.