Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 18/10/2022

O sistema carcerária consiste nas prisões federais e estatuais, tanto masculinas quanto femininas. No qual o sistema carcerária brasileiro vem mostrando varios problemas que fere o direito humano, como a superlotação nos presidios e a inserção dos presos.

Como introduzindo o sistema carcerária, vem demostrando a muito tempo a situação precária através das superlotações. Segundo uma matéria do site Consultor Jurídico, O Brasil tem uma taxa de superlotação carcerária de 166%. São 729.949 presos, sendo que existem vagas em presídios para 437.912 pessoas, os dados são do estudo “Sistema Prisional em Números”. Com a superlotação do sistema presidiário, a população carcereira vive em situações precarias que fere os direitos humanos.

Além de que a população carcerária sofra com a superlotação assim como sofrem com a inserção. segundo dados do site Terra - O Brasil tem 15% dos cerca de 820 mil detentos inscritos em algum programa de laborterapia, enquanto cumprem a pena. O melhor cenário é no Maranhão, com 58,1% dos presos trabalhando. Na ponta oposta da tabela está o Amapá, com apenas 1% dos presos. Do total de presos que trabalham no país, 93.648 fazem alguma atividade interna (79,3%), em oficinas de trabalho nas penitenciárias, e 24.414 presos conquistaram um trabalho externo, fora da cadeia (20,3%).

Portanto percebemos que o sistema carcerária brasileiro precisa de mais oportunidades cuidados. O ministério publico de cada estado junto com o Governo federal, deveriam criar mais ações para que esses detentos tenha mais oportunidade de trabalhar e estudo, por meio de apoiar mais a contratações de ex-detentos e assim movimentaria ainda mais o mercado de trabalho, como também ter um vestibular só para os presos que ainda estão comprindo sua pena, tipo Enem e outros vestibulares. Com isso irá insentivar com que o presos estudasse e trabalharia, como também ajudaria com que detento não retomaria ao mesmo caminho que o levou a ta lá dentro.