Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 30/10/2017
Em Outubro de 1992, ocorreu um massacre na capital paulista, onde 111 detentos foram mortos por policiais militares que tentavam interver a rebelião de facções. Já nos dias atuais, o Brasil vivencia uma onde de rebeliões e uma crise carcerária, onde se observa mais presos por metro quadrado, causando uma superlotação nos presídios.
Outrossim, verifica-se que 4 em cada 10 detento estão nas penitenciárias sem serem julgados, o que retrata uma condição precária e lenta do judiciário brasileiro, que é cheio de etapas letárgicas. Por conseguinte, o Brasil fica na lista das maiores populações prisionais do Mundo, e é a única que continua crescendo.
Ademais, quando se verifica a escolaridade dos prisioneiros, é comum eles possuírem escolaridade incompleta ou até mesmo nunca chegaram a frequentar uma instituição de ensino, e encontram, principalmente, no tráfico de drogas a mudança de vida ‘‘imediata’’ e o sustento.
Destarte, medidas são necessárias para combater os problemas do sistema carcerário brasileiro. O Governo Federal em parceria com o Ministério da Educação e os Estados, deverão investir em escolas públicas de qualidade e oferecer uma escola para todos, pois com uma população escolarizada o índice de crimes diminuem. Os presos, já nas penitenciarias, deverão ter aulas dentro dos presídios para serem reinseridos na sociedade com educação básica, para que não ocorra de virem efetuar novos crimes no futuro. E a Justiça brasileira, como chave dos julgamentos, deverá adotar etapas mais simples e eficazes para não ocorrer de um preso ser preso sem um julgamento. E com essas medidas, o Brasil caminhará para um futuro com uma taxa de criminalidade menor e uma sociedade com educação básica e uma visão de futuro melhor.