Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 17/10/2017
Esvaziar gaiolas
Um dos grandes impasses que veem acontecendo no Brasil, é a superlotação no sistema carcerário do nosso pais, por conseguinte dos efeitos ocasionados tais como: a ausência de estrutura prisional adequado, falta de defensores públicos e entre outros. Mediante a esses problemas como podemos reverter-los?
A superlotação não é uma invenção atual, houve uma tragédia que marcou o Brasil, 25 anos atrás, o Massacre do Carandiru que causou mortes de 111 detentos em São Paulo, devido a casa de detenção estar super lotada e com várias histórias de violência. Tanto que hoje as celas superlotadas continuam-se e multiplicam-se por todo o país. Nota-se que juntamente em consequência os presídios viraram uma grande “boca de fumo”, maconha, cocaína e ecstasy são vendidos livremente, ainda, em pleno a luz do dia.
Torna-se evidente, portanto, o governo agir no papel que lhe convém, organizar e dar atenção para aos detentos e não somente em prendê-los. Inclusive é necessário a princípio a Justiça Federal reduzir o número de presos provisórios que cometeram crimes sem gravidade e poderiam aguardar o julgamento fora da prisão. Além do mais o governo poderia investir e aumentar as opções de trabalho e estudo nos presídios, aplicando políticas eficientes para que os detentos tenham acesso a educação e que não retornem as cadeias.
Segundo o livro de Jorge Amado, Capitães da Areia: “A liberdade é como o sol, é o bem maior do mundo”. Com o fito de que a liberdade, incluindo o respeito e amor ao próximo possam ser prevalecidas e superlotadas nos dias atuais.