Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 08/10/2021

No cenário vivido atualmente, o Brasil é o 3 na lista de população carcerária. Porém grande parte desses presos, não possuíram um julgamento, e ficam esperando para poder receber ou não sua pena. Sendo assim ONU (Organização das nações unidas), garante o direito a saúde, bem-estar social e educação, porém esse direito nem sempre é garantido visto que cerca de 75% dos presos não chegaram ao ensino médio. Nesse viés, é necessario tomar ações para que a justiça seja feita.

Em primeira instância, a educação é um dos fatores mais marcantes para a superlotação no sistema prisional brasileiro, onde mais da metade dos dententos não possuirem ensino médio completo. Pode-se inferir que 51% dos detentos no Brasil estão na faixa etária de 18 a 29 anos, ficando explicito como a educação é necessária para reduzir com a superlotação dos presidios.

Em segunda instância, cabe ressaltar a falta de atenuação do governo na ressocialização educacional da população carcerária, outro grande problema que contribui com a superloração carcerária visto que, os detentos após cumprir sua pena, não são aceitos no mercado de trabalho e acabam reincidindo o crime.

Portanto, é necessário tomar ações para que a problematica da superlotação no sistema prisional brasileiro seja diminuido. De tal maneira cabe ao Governo Federal, juntamente ao Ministério da Educação, realizar investimentos em escolas públicas e criação de projetos com fins de ressocializar o detento, para que não haja a incidencia do crime. Além de tal ação, é necessário implantar cursos ou educação basica nos presídios, para que o detendo consiga se encaixar no mercado de trabalho.