Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 03/10/2021

Quanto ao homens, não é o que eles são que me interessa, mas o que eles podem se tornar “. Uma frase do filósofo e escritor francês Jean-Paul Sartre, deixa nítido que o deve de todos, principalmente dos Estados é reeducar e ressocializar Uma população carcerária do Brasil. No entanto, soluções para os problemas de superlotação, falta de defensores públicos e a separação dos detentos, também devem ser discutidos.

No que se refere a insuficiência de vagas no presídio, existem atualmente cerca de 668,2 mil presos para 394,8 mil vagas no sistema prisional. O que pode-se gerar aumento de estresse e luta pelo espaço. Além disso, o déficit de defensores públicos, aumenta bastante o número dos encarcerados. Uma vez que, no país tem apenas um defensor público para 967,6 mil habitantes. Tendo em vista que, os trabalhos da defensoria vai além dos tribunais, também ajudar á fiscalizar e acalmar os internos.

Indubtavelmnte, diminuído assim o número de confinados provisórios e o índice de mortes dentro das cadeias. Do mesmo modo a separação dos cativos, por crime cometido é fundamental para não haver convivência de encadeados primários com outros que cometeram túmulos de crimes, para que desta forma não gere uma situação favorável a ação do crime.

Portanto ,é responsabilidade da sociedade recuperar o transgressor a fim de inseri-lo na sociedade.Os estados não só deve construir novas penitenciarias com proposito de amenizar a superlotação e adquirir espaço para seleção dos detentos,como também realizar concursos públicos,com intenção de contratar pessoas capacitadas para os cargos de defensoria pública,agentes penitenciário e policias.