Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 03/10/2021
Segundo a primeira lei do físico inglês Isaac Newtoon, um corpo tende a ficar parado até que uma força externa o coloque em movimento. De maneira análoga a problemática do sistema penitenciário do Brasil, no qual percebemos a falta de ação da gestão pública e a ausência do assunto nos meios midiáticos. Assim, ambos os fatores devem ser analisados, a fim de serem resolvidos de maneira eficaz.
Na obra o Cidadão de Papel do jornalista brasileiro Gilberto Dimenstrein, as leis acabam ficando somente no escrito e acabam não sendo colocadas para o real. De maneira análoga ao tema do sistema carcerário brasileiro, mesmo que na Constitução de 1988, possua uma proteção dos direitos sociais para o ser humano, contudo é evidente a falta dessas garantias protegidas pela lei. Portanto é inegável a falta de atenção do poder público diante do problema referido.
Conforme o sociólogo francês Pierre Bourdieu, o que foi criado para ser instrumento de democracia não pode ser transformado em mecanismo de opressão. No entando, não é o que ocorre quando mencionamos os meios midiáticos, já que a problemática mencionada anteriomente não é levada a sério por parte da mídia. Já que ao invés de elevar o conhecimento da população, acaba influênciando na consolidação do problema.
Portanto, uma ação precisa ser tomada para amenizar a questão. Logo, o Estado, por meio de criações de prisões, onde o preso poderá aprender diversos oficios através de cursos, aumentando a taxa de presidiários que consiguam voltar para a sociedade, consequentemente, diminuindo a chances deles de voltarem para o crime. Assim, gradativamente esse problema será amenizado, pois, conforme Gabriel O pensador, “na mudança do presente a gente molda o futuro”.