Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 03/10/2021
Antigamente, na idade média, a igreja católica utilizava as prisões para o cumprimento da pena eclesiástica, os religiosos eram submetidos para refletirem sobre os pensamentos pecaminosos. Atualmente, esses lugares têm um fator de recuperar um indivíduo para em sociedade, porém, a justiça brasileira enfrenta altas dificuldades para esse papel, diante do número elevado de presos e da influência do crime organizado. Agravando assim o problema da segurança pública. O Estado falha em garantir a integridade dos presos em muitas unidades prisionais para se proteger, fazendo com que os detentos se organizem em facções criminosas. Porém, esses grupos evoluem criando contatos, formas de financiamento, obtenção de armas e assim elevando o crime para um nível mais elevado, que afeta toda a sociedade. A sociedade brasileira contemporânea enfrenta como um de seus maiores desafios sociais e econômicos, a imperfeição do sistema carcerário brasileiro, situação que apresenta causas, ligadas à falta de estrutura, bem como à ineficiência da ressocialização. Assim, é de extrema importância que o Poder Público e a sociedade civil atentem para as causas e consequências. A princípio, o número de detentos nas prisões brasileiras cresce a cada ano de forma significativa, com a falta de estrutura, esse crescente número cria superlotações nos presídios, situação que preocupa, pois há investimentos, mas os mesmos não são suficientes, devido a ineficiência do Estado na organização desses lugares. Um exemplo disso, são as rebeliões, que já acontecem há décadas, e a ausência de estrutura, é um agravante dessa problemática. Em suma, é necessário reformar o sistema de justiça para combater a lentidão da justiça e permitir que os presos obtenham direito e acesso a formas certas de defesa, como a defensoria pública. Outro fator para diminuir a superlotação, seria melhorar a estrutura dos presídios e aumentar a aplicação de penas alternativas aos presos.