Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 03/10/2021
O sistema prisional brasileiro mostra muitas consequências como assassinatos em série, guardas sendo “comprados” por presos, rebeliões e até mesmo propagações de doenças. Pelo Brasil ter um sistema precário, essas falhas só ficam mais evidentes, além de muitas penitenciárias não conseguirem suportar o número de presos que têm, sendo pela falta de estrutura e verba ou até mesmo pela falta de guardas presentes para manterem a segurança lá dentro.
A prova de que o sistema é falho e precário, é que dados divulgados pelo Sistema Integrado de Informações Penitenciárias do Ministério de Justiça (Infopen) mostram que o Brasil tem 607,7 mil presos, mas 41% desses presos ainda aguardam seu julgamento, então são 222 mil pessoas que estão presas sem terem condenação e na maioria das vezes motivos para estarem presas.
A situação de superlotação das celas, faz com que os presos se sintam “largados” pelo governo, fazendo com que pensem que ninguém na sociedade ligam para eles e que como eles tão sozinhos, sem importância, eles podem fazer o que eles querem lá dentro que não haverá consequência, por já estarem no último lugar que alguém gostaria de estar e ao saírem e terem cumprido seu tempo de pena, possam fazer algo pior lá fora, fazendo com que voltem para lá por mais tempo.
Entretanto, é necessário que o governo e o Estado, revejam seus passos em questão de verbas públicas, e que com isso eles possam dar mais infraestrutura às penitenciárias e mais rodas de conversas com psicólogos nas mesmas. Além de investimentos já nas penitenciárias, é de suma importância que tenham investimentos em ensinos base, como nas escolas, onde mostram professores e coordenadores façam rodas de conversas mostrando a realidade dentro de uma penitenciária e fazendo com que as crianças não queiram ir para o lado do crime, parando no fim em uma penitenciária.