Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 03/10/2021

A Constituição Federal de 1988, uma das leis mais importantes do país, especificamente ao artigo 6, prevê, que os direitos básicos como a educação, saúde, e outros, são igualitários para todos os brasileiros. Entretanto, com o cenário decorrente do sistema carcerário brasileiro, essa lei, lamentavelmente, não é efetuada de uma forma funcional, já que muitos penitenciários, tem seus direitos violados.

O Estudo Monstro, foi um experimento psicológico em orfãos com disfunção de fala, separadas em 2 grupos, o primeiro era recompensado em todo momento que acertava, já o segundo, era punido severamente ao errar, assim fazendo com que o mesmo guardasse sequelas psicológicas para a vida inteira. Em paralelo, infelizmente, esse ocorrido não se distância da vivência dos presidíarios brasileiros, que ao serem enviados para um local de suposta correção, se deparam com a falta de direitos básicos, assim, contribuindo para o odío que os mesmos já supriam pela sociedade.

Ademais, a educação faz um papel importante na vida das pessoas, e em consequência aos presidiários, disse o ativista Nelson Mandela, “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”. Com isso, é notável que a instauração da educação para prisioneiros, que muitas vezes não à tiveram, interferem muito em seus atos e nas suas escolhas futuras.

Em sumo, é evidente que o sistema carcerário brasileiro, ainda é um problema no Brasil, logo, para que os presidiários sejam incluídos na sociedade novamente, o Governo Federal tem o dever de proporcionar o básico para os detentos, como áreas de trabalho, esportes, entre outras atividades do cotidiano, de tal forma que os mesmos cumpram sua pena e compreendam como se reintegrar a sociedade.