Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 09/06/2021

Diante de um cenário constrangedor e altamente perigoso para a evolução sistemática do país. O Brasil apresenta métodos duvidosos quanto à efetivação de uma política carcerária que atenda às demandas encontradas em seu território. Essas demandas, por sua vez, são o produto pelo qual as interações sociais se degradam e a realização dos deveres do estado não são realizadas de modo eficiente, implicando no crescimento dos índices de criminalidade bem como na elevação das taxas de ingresso no sistema penitenciário onde, por sua vez, não é constituído conforme as próprias exigências estabelecidas na constituição brasileira.

Primeiramente, o filósofo e matemático Pitágoras, aponta que é preciso educar as crianças para não ser necessário puni-las quando forem adultas, indicando que a educação é idealizada como um pilar que assegura a evolução em diversos âmbitos sociais, estando proporcionalmente ligada aos índices de desenvolvimento de um país. Agregando ao Brasil, portanto, a ineficiência quanto a continuidade estrutural do âmbito em questão, implicando em elevadas taxas de evasão escolar e consequentemente na inserção frequente de jovens brasileiros nos sistemas penitenciários.

Outrossim, o Brasil é lembrado pela superlotação existente nos presídios ao decorrer de seus distritos, sendo escasso o número de métodos que assegurem a ressocialização do indivíduo sentenciado. Consoante a isto, na frase da série de TV Anne with an e “Envolva-me e eu aprenderei”, agrega ao processo de ressocialização um importante meio para o desenvolvimento pessoal do indivíduo, evitando que ele volte a cometer os mesmos atos do passado.

Portanto, para que o presente quadro carcerário brasileiro e as devidas causas que persistem em seu agravamento sejam desconstruídos. O estado, em parceria com o ministério da educação, deve – por meio do redirecionamento de verbas – executar a criação de políticas públicas educacionais que assegurem a ressocialização do indivíduo sentenciado à sociedade brasileira em questão, de modo que ele seja integrado e tenha oportunidades reais em sua construção social.