Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 18/05/2021

Segundo o filósofo grego e matemático Pitágoras, eduquem as crianças e não será necessário castigar os homens. É notório quando a referência é o sistema carcerário brasileiro. Sob essa perspectiva, as razões motivadoras como a negligência as condições higiênicas e a superlotação, devem ser mudadas sem morosidade.

Nesse sentido, a negligência as condições higiênicas para todos os detentos deve ser enfrentado para que o entrave seja difundido. Nesse viés, conforme o livro " Presos que Menstruam", de Nana Queiroz, retrata o cotidiano desumano no qual as mulheres estão inseridas na cadeias brasileiras. A partir de impactantes entrevistas e relatos de acontecimentos, a jornalista e escritora denuncia a realidade brutal e desigual das prisioneiras. Dessa maneira, em consequência as condições precárias das detentas em relação a higiene, deverá retirar esse empecilho dos presídios.

Ademais, é imprescindível verificar a superlotação no sistema carcerário como entrave para a resolução da questão. Deste modo, de acordo com o livro " Estação Carandiru", de Dráuzio Varella, e o filme " Carandiru “, adaptado por Héctor Babenco, retratam a vida precária nas prisões de forma verossímil e o senso comum, que, muitas vezes, estabelecem-se um peso no debate. Diante disso, os dados do estudo " Sistema Prisional em Números “, destaca no Brasil uma taxa de superlotação carcerária de 166%, sendo que são 729.949 presos.

Infere-se, portanto, que o governo deve saber atender as exigências dos presídios em decorrência da superlotação e das péssimas condições higiênicas. Dessa forma, o governo deverá diminuir o número de presos provisórios, reformar os presídios, separar os presos em ordem de gravidade e garantir condições higiênicas adequadas aos detentos. Assim, a negligência as condições higiênicas e a superlotação não será uma realidade aplicada na sociedade.