Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 18/12/2020

O polêmico “Massacre do Carandiru”, uma das maiores e mais trágicas rebeliões acontecidas nos presídios do Brasil, causou inúmeras sequelas e mortes dos detentos. Este acontecimento histórico foi ocorrido pela indagação dos prisioneiros com a péssima realidade vivida. Atualmente, essa problemática vem crescendo desenfreadamente pela falta de investimentos por parte do governo e a superlotação das penitenciárias.

Em primeira análise, a falta de políticas públicas é a causa principal do imbrogólio. Sobre isso, Abraham Lincoln, célebre personalidade política americana, disse, em um dos seus discursos, que a política é serva do povo e não o contrário. Em relação a tal informação, é perceptível o descaso dos governantes brasileiros com o sistema carcerário efervescente no país. A falta de carcereiros é a causa principal das rebeliões e conflitos entre facções, dessa forma, os poucos profissionais que trabalham com a segurança, arriscam as suas vidas diariamente em prol da organização prisional. O programa televisionado nos Estados Unidos, “Tratamento de Choque”, mostra a importância que os governantes têm sobre as condições dos presídios e da prevenção de futuros detentos. Essa realidade, infelizmente, não é vista no Brasil, no qual o horror dentro dos presídios crescem exponencialmente e essa situação distópica tende a crescer.

Ademais, a superlotação é um dos agravantes principais dessa temática. De acordo com o site de notícias, “Camara.Leg”, o Brasil é o quarto país, dentre todos, com maior número de presidiários, e esses dados vão crescer no fututo. Este fato é decorrente da péssima estrutura fisíca das cadeias, a maioria delas estão superestimados e as condições mínimas para a sobrevivência são precárias. A reportagem feita pelo programa televisivo “A Liga”, mostra essa situação, no qual os detentos não têm lugares para dormir e as condições higiênicas são revoltantes. Este fato é corriqueiro no Brasil e precisa ser apaziguado o mais rápido possível.

Portanto, medidas são necessárias para resolver esse impasse. É dever do Ministério da Cidadania, em parceria com o Ministério da Justiça, o desenvolvimento de políticas públicas, como por exemplo, o aprimoramento das celas e a melhor distribuição dos presos, por meio de um grande investimento do governo, com o fito de solucionar o errôneo sistema carcerário brasileiro. Por isso tudo, é de se esperar uma realidade futura mais harmoniosa e utópica.