Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 04/11/2020

O sistema carcerário brasileiro anda a beira de um colapso, é uma bomba relógio preste a explodir e cujo os principais responsáveis por impedir com que ela exploda, são dotados de uma peculiar incompetência.

O Brasil possui, atualmente, a quarta maior população carcerária do mundo e penitenciarias  superlotadas onde, generalizando, celas projetadas para comportar oito presos são ocupadas por treze.  O fato de que 40% dos ocupantes das penitenciarias brasileiras nem sequer foram sentenciado e aguardam julgamento, que pode demora cerca de 136 dias para ser realizado, já basta como exemplo do porque da superlotação das penitenciarias e acaba por denunciar o quão falho é o sistema penitenciário brasileiro.

Grande parte dos chefes de penitenciarias no Brasil recebem essa função como um cargo de confiança e isso acaba colocando pessoas desqualificadas no comando de ambientes muito instáveis e que precisam de uma atenção redobrada se pretendem funcionar corretamente. Uma reportagem realizada pelo Profissão Repórter dentro da penitenciaria de Alcaçuz expos frutos do descaso de alguns chefes de penitenciarias para com a suas, as gravações revelavam dezenas, se não centenas, de ratos e baratas vivendo junto dos presos, a água consumida pelos penitenciários era usada, nos reservatórios, como piscinas para centenas de baratas se saciarem e as celas eram minúsculas e escuras e era entupida com até quinze presos ao mesmo tempo.

A administração de uma penitenciaria exige treinamento e dedicação e não pode ser realizado de forma incompetente e cabe ao Estado garantir que essa suas penitenciarias estejam em boas mãos e dispondo de verba para a constante manutenção.