Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 31/08/2020

Desde a idade média a igreja católica começou a fazer com que os religiosos que não tivessem as melhores intenções e pensamentos, ficassem isolados para repensarem suas ações. Atualmente, esse lugar tem por finalidade ajudar um indivíduo a se recuperar e poder viver em sociedade novamente.

No Brasil o sistema carcerário é um dos maiores problemas no momento, uma vez que não só as superlotações, como também as rebeliões que ocorrem dentro dos presídios, prevalecem. Grande parte da culpa vem do governo e do Estado, onde ambos deveriam estar exercendo seu papel corretamente, a fim de aos poucos resolver a situação.

Fornecer condições de vida para os reclusos é o mínimo o que deve ser feito por parte dos Estados, pois o intuito da prisão é fazer com que os mesmos saiam de lá “recuperados”. Na prática, não é isso que acontece, atualmente o país conta com mais de 700 mil presos, onde pelo menos 200 mil ainda não foram julgados e estão em regime semi-aberto ou na cadeia à espera do julgamento, causando superlotações nas mesmas. Algo inadmissível é uma unidade ter um limite para 20 presidiários, mas colocarem nela 50, isso mostra claramente uma desorganização por parte das autoridades.

As cadeias acabaram se tornando um ponto de venda e de distribuição de drogas, dessa forma as facções lá de dentro, crescem exponencialmente e até mesmo lideram o crime organizado de dentro das prisões. As instalações precárias, as superlotações e até mesmo os maus-tratos são um combustível para a violência.

Qualquer solução, seja a curta ou longo prazo, deve ser de recursos e investimentos federais, tomar a liderança nos presídios é a primeira coisa que tem que ser feita para as coisas voltarem a funcionar e não ocorrerem mais rebeliões por conta da falta de agentes penitenciários capacitados.