Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 30/08/2020

O sistema carcerário foi mencionado a primeira vez em meados do século 18 sendo que, inicialmente, era chamado de casa de correção. Atualmente, só em São Paulo possuem cerca de 223 mil presos e 35 mil funcionários, número que é extremamente alto para o número de cadeias existentes.

Sendo assim, o Brasil enfrenta uma superlotação grave, em 2016 a ONU publicou um relatório que dizia a respeito do sistema carcerário brasileiro, com diversas críticas e uma delas é que algumas cadeias mantém os detentos em condições cruéis chegando até ser desumanas. Causando também um problema na economia, pois o Brasil gasta cerca de 20 bilhões de reais por ano, para conseguir manter os detentos na prisão, sendo que, cerca de 20% dos detentos possuem HIV, ocasionando numa proliferação do vírus.

Em 2017 o Brasil alcançou a marca de terceira maior população carcerária do mundo, com as prisões altamente lotadas, conforme os dados do Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias (Infopen), o Brasil precisava aumentar o dobro do número de vagas nos presídios.

A educação desde o berço é algo de veemente importância, com isso, as pessoas conseguem ter mais respeito por diversas coisas e o entendimento da atual situação em que o Brasil se encontra, além disso, melhorar as condições dos presídios para que não haja o gasto desnecessário, unidades prisionais pequenas, estímulo do contato dos detentos com suas famílias e com a comunidade, trabalho, capacitação profissional e assistência jurídica eficiente, tudo isso torna a prisão um local menos agressivo.