Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 26/06/2020

Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas Moré, é retratada uma sociedade perfeita sem qualquer conflitos e problemas sociais. Entretanto, o que se observa hodiernamente é o oposto do que Moré prega, uma vez que o sistema carcerário brasileiro apresenta obstáculos , as quais dificultam a idealização dos planos do autor. Esse cénario antogonista é consequência tanto da superlotação, quanto também a discriminição social. Nesse contexto, evidencia-se a necessidade de serem tomadas atitudes pela autoridades competentes para reverter essa problématica.                        Em primeiro lugar, é evidente que o Poder Público falha ao cumprir o seu papel enquanto a gente fornecedor de direitos mínimos, o que colabora para a permanência da crise no sistema carcerário brasileiro. Segundo o filósofo grego Aristóteles, a politica deve ser usada de modo que, por meio da justiça, o equilibrio seja alcançada na sociedade. De maneira análoga, é possível perceber que, no Brasil, a superlotação nos presídio rompe essa harmonia, haja vista que é o Brasil é o quarto país em números de presos e o único que o número so aumenta. Desse modo, agrava na ressocialização, já que as cadeais não possuem infraestutura digna.              Outrossim, destaca-se a discriminação social entre as causas do problema tendo em vista que, a sociedade têm receio de conviver com um ex detento. Assim, ressalva-se a importância de certos setores da sociedade, a exemplo de famílias, escolas na formação cidadã brasileira, para que a situação vista no sistema prisional deixe de ferir a Declaração Universal dos Direitos Humanos e se modifique positivamente.                 Portanto, algo precisa ser feito com urgência para amenizar a questão. Logo, o Poder Público por meio de verbas governamentais deve investir na educação e em investimentos dentro do sistema prisional, construindo escolas e prisões que ajude o detento se ressocializar. Somente, assim, esse problema será amenizado.