Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 04/12/2020

O sistema carcerário brasileiro tem uma política de reabilitação social dos presos. Entretanto, os encarcerados não passam por nenhum processo de socialização, mas na verdade passam por um processo punitivo, entrando em situações como superlotação carcerária, agressões por policiais que comandem a prisão e falta de saneamento básico.

As condições dos presídios no Brasil são extremamente ruins, tanto em questão de saneamento, como em questão de saúde e organização básicas. Existem cadeias nas quais, em uma cela com capacidade para oito pessoas vivem vinte, muitas vezes, sem ao menos ter em a condição de utilizar um banheiro para fazer suas necessidades básicas. Fora isso, há cadeias nas quais os animais, como ratos e baratas, vivem juntos com os presidiários, aumentando a possibilidade de contaminação por doenças transmitidas por esses bichos.

Encontram-se ainda mais problemas no sistema penitenciário, como a falta de capacitação dos agentes penitenciários para cuidar de uma grande quantidade de presos. O número de agentes chega a ser nulo se comparado ao número de presos em cada presídio, não é de se esperar que quatro agentes penitenciários consigam cuidar e evitar confusões entre cem presos. Então esse também se torna um grande problema a ser resolvido, pois se não houverem agentes capacitados não haverá controle.

Tendo em vista os aspectos apresentados, convém analisar as possíveis soluções. A construção de mais presídios seria uma solução para a superlotação carcerária, a fiscalização do saneamento das cadeias diminuiria os casos de doenças causadas por animais. E por fim, o treinamento e o estudo do funcionamento do sistema carcerário seria uma forma de capacitar os agentes penitenciários. Só assim conseguiríamos aplicar nosso sistema de reabilitação social.