Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 13/04/2020
A população carcerária aumenta de forma expressiva a cada ano. De acordo com a Gazeta do Povo em 2020, o número de presos no Brasil já passa de 700 mil cidadãos. Problemas como a dificuldade de acesso ao mercado de trabalho pós cárcere e otimização das atividades focando o estudos dos presos são fundamentais para o aumento desses números.
Consta na Constituição Federal de 1988 o direitos sociais do brasileiro, como lazer, segurança e moradia, entre outros. Se já pouco garantidas em cárcere, também, muitas vezes, não são em liberdade. A ressocialização do indivíduo pode ser um objetivo com obstáculos, pois o mercado de trabalho muitas vezes não aceita presidiários. Sem emprego, há uma falta dos direitos assegurados pela Constituição, mostrando uma falha nesse sistema.
Além disso, há o problema da lotação na cadeia. Ainda citando a Constituição Federal de 1988, direitos como segurança são descartados. Também com muitas pessoas atrás das grades, atividades culturais e intelectuais são dificultadas, e estas podem ser cruciais para a tal ressocialização.
Boa parte do processo prisional precisa de mudanças. Tais mudanças podem vim de uma ampliação da rede carcerária promovida pelo Estado. Este também deve ampliar as atividades artísticas e educacionais, garantindo formação necessário para ingressar no mercado de trabalh. Ademais, as empresas devem dar mais atenção aos cursos realizados e o bom comportamento. Feito isso, a crise no sistema carcerário brasileiro será minimizada.