Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 27/03/2020
O Brasil, com sua politica de encarceramento em massa, possui a terceira maior população em presídios no mundo. Contrariamente, países desenvolvidos apostam na ressocialização de presos a sociedade. A politica de readaptação tem se mostrado mais vantajosa e barato aos Estados que a praticam.
Em 2017, o Brasil passou a Russia em detentos, se tornando o pais com a terceira maior população carcerária do mundo. Hoje, um preso custa ao estado cerca de 1600 reais, incluindo alimentação, manutenção e cuidados a contaminações que ocorrem dentro da prisão, como HIV. Ao longo do país, 70% da população dos presídios voltam a ser presos após cumprirem pena de delitos anteriores
Em sentindo contrário, a Suécia tem fechado presídios ao longo de seu território. Os presos cuidam de sua própria alimentação e possuem quartos individuais, evitando conflitos com outros presos e gastos relacionados a violência. Os detentos recebem uma educação do fundamental a universitária além de trabalhos que geram renda ao sistema prisional e aos próprios presos, formando um ecossistema saudável financeiramente.
É necessária uma reforma urgente no sistema prisional Brasileiro, que se afaste do pensamento de vingança e se aproxime da justiça praticada por países como a Suécia. Para atenuar o contingente prisional, uma reforma no ecossistema de nossas prisões feita pelo ministério da justiça associado a órgãos ligados a direitos humanos, devem conversar conjuntamente e chegar a consensos, afim de proporcionar humanidade e um sistema propicio a ressocialização a sociedade após a saída, tornando o país mais justo.