Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 12/02/2020
Desde a Idade Antiga os líderes da época privavam de liberdade os indivíduos que praticavam algo ilícito em calabouços como forma de punição. Assim, ao longo dos anos as formas de castigo foram se transformando até os dias de hoje. Dessa forma, é indiscutível que o sistema penitenciário brasileiro encontra-se em crise, o que se deve a má distribuição de renda e a superlotação nos presídios.
A princípio, a desigualdade social no Brasil contribuiu diretamente para o aumento da população carcerária. Com isso, em grande parte das áreas pobres a educação é insuficiente e de má qualidade, transformando o crime em uma opção “melhor” para alguns jovens. Dessa maneira, é perceptível que a falta de boas escolas deixam as classes mais baixas vulneráveis ao crime o que traz riscos à segurança de toda a sociedade.
Ademais, a falta de estrutura dos presídios é uma das causas da superlotação , dificultando as condições de vida dos detentos. Desse modo, de acordo com o portal de notícias G1, o país têm capacidade para 370 mil pessoas, mas atualmente são mais de 700 mil indivíduos encarcerados. Por consequência, a violência dentro e fora da cadeia, pois grandes partes dos detentos acabam aliando-se a facções criminosas, criando um circulo vicioso.
Dado o exposto, torna-se necessário que o Ministério da Justiça em parceria com o Ministério da Educação, que por meio de uma parceria, criar um programa pedagógico nos presídios do país, que ofereça Ensino Fundamental, Médio e cursos técnicos. Afim de que, os detentos possam se profissionalizar e que quando estiverem em liberdade possam usufruir de uma vida melhor longe do crime.