Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 27/10/2019
Educai as crianças e não sera necessário castigar os homens. as palavras de Pitágoras, filósofo grego engajado nas questões de ética e política, nos permite formular uma análise crítica do sistema prisional brasileiro e sua não eficacia de capacitação do cidadão perante a reinserção social. Sob esse aspecto, convém analisarmos as principais consequências dessa problemática em nosso pais.
E indubitável que o sistema carcerário brasileiro enfrenta grandes problemas, com o alto índice das taxas de criminalidade e a implantação de organizações criminosas em seus interiores, influenciando ainda mais de forma direta a incidência de crimes e retorno de indivíduos recém liberados, tendo como consequência a lotação dos presídios. Com isso trás consigo a insegurança dos detentos e dos agentes que ali trabalham.
Ainda convém lembrar que, as prisões deveriam ter como finalidade recuperar e ressocializar o indivíduo preso. Contudo, no Brasil, a percentagem de presos que estuda é de apenas 11% e somente 25% realizam algum tipo de trabalho interno ou externo. Em consequência disso, vê-se uma aglomeração cada vez maior de indivíduos encarcerados, trazendo consigo um gasto excessivo para os cofres públicos que em alguns casos não possuem a renda necessária para disponibilizar, havendo a necessidade da ajuda de familiares dos detentos para mante-los em condições humanas.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. O poder legislativo deve reformular leis associadas a crimes pequenos, tendo em vista, a ressocialização desses indivíduos. O ministério da educação e do desenvolvimento, elaborar um planejamento de ensino de base e especializado, buscando uma profissionalização de trabalho adequado para os mesmos e também realizar palestras socioeducativas e um monitoramento com psicólogos para acompanhar o desenvolvimento e garantir a ressocialização desses cidadãos. Diminuindo assim a superlotação do presídios.