Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 14/09/2019

Falta de condições básicas.Má infraestrutura.Descaso do poder público.Entre os fatores relacionados a crise na segurança pública  e no sistema prisional brasileiro.O risco de haver mais mortes por conta da superpolução de detentos e falta de assistência médica é grande,o que mostra a ausência de importância do poder executivo.Nesse contexto,não há dúvidas de que reduzir as lotações penitenciárias é um desafio,devido a negligência governamental.

Primeiramente, a estrutura das penitenciárias mostram-se insuficientes, a entrada de presos extrapolaram os limites de vagas.Com isso,a falta de atendimento médico gera mortes por doenças que poderiam ser tratadas e evitadas facilmente:a tuberculose.Segundo a Organização Mundial  de Saúde,o Brasil é um dos 18 países com alto índice de tuberculose,sendo a maior parte na população carcerária,pois celas onde cabem 12 ou 14 estão com 24 ou 38 pessoas.

Além disso,a Anistia Internacional e a Human Rights afirmam que autoridades responsáveis não adotaram medidas necessárias e abdicaram da responsabilidade de manter a ordem e a segurança dos presídios.A Anistia também lembrou que o complexo penitenciário Anísio Jobim em que 56 pessoas foram mortas durante um motim,abrigava mais de 1200 detentos,mas sua capacidade era de apenas 454.

Asim,segundo Pitágoras(filosofó grego),se educassem as crrianças não séria  necessário castigar os homens.Com isso,educar não séria só ensinar a ter bons modos ou comportamentos que sejam socialmente aceitáveis,como também conhecimentos de competências emocionais e sociais.