Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 15/08/2019

É inegável que o Brasil desde o seu período imperial, no século XIV, possuia varias prisões, visto que a maioria da população vivia na miséria e quem era opositor seria submetido à cela.No entanto, com o passar dos séculos o índice carcerário aumentou,gerando mais criminalidade e métodos ineficazes para re-inserir essas pessoas na sociedade.Sobre essa temática, cabe analisar seus problemas e soluções.

Em primeiro plano, é notório que os presídios sofrem com a quantidade absurda de pessoas, visto que o critério de avaliação de delitos alojam indivíduos que cometeram crimes pequenos junto aos de grau superior, o que facilita a formação de gangue e facções durante esse período encarcerado.Segundo o site de notícias G1, em 2017, cerca de 30% dos presos em Minas Gerais são de delitos inferiores.Evidentemente, essa política ineficaz para separar os detentos de pouca nocividade facilita a ocorrência de crimes.

Ademais, outro fator que corrobora para o aumento do índice carcerário são as políticas ineficazes para re-inserção do preso na sociedade, já que muitos não submetidos a programas que poderiam retirar a mentalidade criminosa e gerar trabalho.De acordo com o G1, em 2016, cerca de 60% das prisões não contam com programas eficazes na remodelação do detento.Certamente, esse pouco auxílio para reformular a pessoa gera mais interesse pelo crime nos presos.

Portanto, os impasses que contribuem para o crescimento de presos no sistema carcerário precisam ser mitigados.O Governo, por meio do  Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN), deve gerar leis que separem os detentos de delitos inferiores, inserindo-os em trabalhos comunitários, a fim de reduzir o número de pessoas nas celas e possíveis alianças internas.Outrossim, fazer parcerias público-privada com empresas para inserir os presos na rotina de trabalho e estimular sua re-socialização, com o intuito de reduzir sua pena e prepara-lo para a sociedade.Assim, gradualmente, haverá um declínio na criminalidade e no número de prisões.