Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 08/08/2019

Pessoas doentes. Condições precárias. Conflitos entre internos. Essa é a realidade pela qual os presídios no Brasil se encontrão. Esse ambiente citado, deve receber um indivíduo que não obedeceu as normas do país, indo ele para lá como forma de punição pelo seus atos, e sendo preparado para, ao cumprir sua pena, “voltar a sociedade”. Entretanto, nos dias atuais é notório que o sistema prisional brasileiro apresenta déficts que comprometem sua eficácia, como a superlotação e cumprindo um papel contrário, como escola do crime. Com o aumento da criminalidade, as cadeias existentes passaram a ser poucas. O índice da prática de violência cresceu bastante de décadas para cá, principalmente pelo aumento do uso e tráfico de drogas e pela forma de conseguir dinheiro fácil, como por exemplo furtar um produto e vendê-lo, consequentemente, subindo o número de detentos. Isso gerou um acumulo de pessoas presas que as cadeias não estavam preparadas para abrigá-las, assim, vivendo seres juntos mais do que a capacidade das celas, gerando possíveis conflitos, doenças se propagam, etc. Este aspecto marcante acaba contribuindo de forma negativa para os presidiários, e os levando a aprender novas práticas criminosas. Várias são as explicações para os presos escolherem o crime, por exemplo, nas cadeias quem não tem proteção de algum chefe de guangue é morto, demonstrando que mesmo nesse lugar a falta de eficácia das ações de segurança do detento. Assim, uma vez que tem a proteção de alguém, terá que pagar por isso, pagando e-ou praticando ações dentro deste meio. Portanto, é necessário que medidas devem ser tomadas para solucionar a problemática, resolvendo a grande lotação e o ensino a criminalização dentro das cadeias. O Governo Federal em parceria com os Governos Estaduais devem investir na construção de novos presídios, realizar reformas nas cadeias que estão em estágios degradantes, e promover meios, como esportes e trabalho, para os detentos se ocuparem e se prepararem para quando retornarem a viver livres em sociedade.