Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 25/07/2019
No livro Estação Carandiru, apresenta a veracidade sobre a insalubridade do sistema carcerário brasileiro. Em conformidade com a obra de Dráuzio Varela, o sistema prisional apresenta uma ineficiência na atuação de ressocializar dos infratores na sociedade, dessa forma, é visível a superlotação e a falta de infraestrutura dentro das prisões, entretanto, para mitigar essa problemática é preciso incentivar a ressocialização e projetos sociais.
Em primeira análise, A Revista Veja informa que cerca de 75% das prisões brasileiras estão em situação preocupante devido ao alto número de detentos dentro de uma cela. Dessa maneira, a ocupação descontrolada é resultado de uma ineficaz ação governamental em promover uma carcerização da população com a tentativa de melhorar na segurança pública. Embora, essas medidas de fortalecimento na segurança sejam aplicadas, a baixa infraestrutura dificulta a realizar na melhoraria na vida do infrator que está abandonado pelo Estado, sendo indivíduo sem direito civil.
Em uma segunda perspectiva, para amenizar a situação, a resolução é a ressocialização dos apenados, em consonância com o Ministério da Justiça. Assim, o pedagogo Paulo Freire afirma que a educação é o caminho da mudança, mas a ausência de projetos socioeducativos dentro das prisões torna-se a ressocialização do indivíduo uma utopia no cenário brasileiro. Logo, é necessária uma reavaliação da gestão prisional que não está operando de maneira humanizada, privando os direitos civis e sociais.
Portanto, devido à necessidade de modificar o quadro das penitenciarias, é preciso a atuação do Estado em melhorar a lamentável situação da cadeias públicas, por meio de parcerias públicas e privadas com empresas de construções, que desenvolvam uma qualificação ao detento para prosseguir na sociedade após o comprimento da sua pena, assim, diminuindo a influência da violência e criminalidade. As ONGs promover projetos sociais de socialização, por intermédio de vagas de empregos, para mitigar a ociosidade e vulnerabilidade ao crime organizado.