Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 19/06/2019

O renomado livro do literato brasileiro Graciliano Ramos,‘‘Memórias do Cárcere’’,retrata uma série de indignidades sofridas pelos detentos da época.Hodiernamente,observa-se que alguns dos problemas enfrentados perduram até hoje:superlotação,em conjunto com um pré-julgamento acerca dos presidiários.Portanto,faz-se impreterível as soluções para esses óbices.

Segundo o levantamento nacional de informações penitenciárias(INFOPEN),há mais de 700 mil reclusos,o que representa um déficit de 300 mil vagas em unidades prisionais.Tal fato,infelizmente,é o reflexo de uma má atuação dos órgãos competentes,ao gerirem de maneira errônea a verba destinada,segundo o veículo digital g1.Destarte,infere-se que o Supremo Tribunal Federal(STF) tem o dever te tomar medidas rígidas e exequíveis.

Simultaneamente ao supracitado,nota-se o desmazelo do seio da sociedade no que tange aos carcerados.Uma visão de mundo,a qual prega que os enclausurados são indignos da vida,mostra uma população ignorante sobre os direitos fundamentais que regem a constituição de seu próprio país.Tal valor rebaixa a prisão a uma espécie de ‘‘armazém humano’’:estoca-se pessoas sem promover a reinserção social.Faz-se de extrema importância a erradicação desse ato inconstitucional que fere a dignidade da pessoa humana.

Portanto,é de conhecimento geral que a superlotação,consoante à mortificação do ‘’eu’’ na detenção são fatores de risco e devem ser cessados.O judiciário deve vigorar penas alternativas a prisão em âmbito nacional por meio das sentenças dos juízes,a fim de reduzir a hiperlotação das celas de prisão.Em conjunto,a população também tem o encargo de se informar mais sobre o direito dos privados de liberdade.Consequentemente,quem sabe,as memórias do cárcere do século XXI termine com um final bem-aventurado.