Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 01/06/2019

Desde o iluminismo, sabe-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando se observa o sistema carcerário brasileiro em pleno século XXI, percebe-se que esse ideal iluminista é verificado na teoria e não desejavelmente na prática. Nesse sentido, dois aspectos fazem-se relevantes para entender o problema, o legado histórico cultural e a superlotação nos presídios.

Inicialmente, é importante sinalizar que por volta de 1500 os jesuítas recrutavam os indíos para disseminar discurso protetor, que concentravam  os, nas mesmas aldeias fechadas, causando assim a dizimação dos indígenas por conta de doenças epitemológicas. Isso de certa forma, evidencia que no Brasil cerca de 62% dos presidiários morrem por doenças como HIV e Sífilis, dados do Ministério da segurança pública.

O Brasil é o quarto país que mais abriga detentos, suas clausuras estão superlotadas uma causa bem evidente, que acarreta em rebeliões entre as faccões, como consequência disso os reclusos não são reabilitados e quando impostos na sociedade, voltam a cometer os mesmos crimes. Além disso, é mister que os massacres que acontecem  por disputas, nos presídios deixam vários mortos.

Portanto, o Ministério da segurança pública junto com o poder Judiciário, devem realizar projetos com cursos qualificativos nas detenções, por meio de encontros presenciais, com pisicólogos, médicos e especialistas na aréa de penitenciária. Espera-se, com isso, diminuir a ploriferação de doenças transmissíveis e as mortes por disputas de facções. Levando aos detentos uma reabilitação ao serem introduzidos na sociedade.