Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 03/05/2019

“Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda”. A frase do Educador Paulo Freire pode referir-se ao aumento de presos no Brasil. Hodiernamente o sistema penitenciário do país está com superlotação. Culpa disso seria a falta de educação, trabalho nos presídios e o sistema jurídico brasileiro.

Em primeiro lugar, segundo os dados da g1.globo a população carcerária do Brasil é a quarta maior do mundo, com mais de 600 mil presos. A educação nas cadeias brasileiras não é o suficiente para que os cidadãos saiam de lá com um diploma para arrumar um emprego , segundo o jornal Globo cerca de 70% dos presos voltam para o crime. Cabe mencionar que nos presídios há pouca diversidade para trabalhar lá dentro, fazendo que eles não aprendam uma profissão nova, o que ocasiona quando saem da prisão voltam para o mundo do crime em seguida.

Por conseguinte, o atual sistema jurídico brasileiro têm funcionários suficientes, para que tenham uma audiência rápida e justa. Outrossim cerca de 40% dos presos são provisórios, que estão aguardando o julgamento, segunda o camaranoticias., ou sendo mais de 200 mil presos estão aguardando seu julgamento e fazendo os presídios ficarem com superlotação por causa do sistema jurídico demorado do Brasil

Infere-se, portanto, que medidas são necessárias para mudar o atual cenário carcerário do país. Cabe ao Ministério da Justiça e Segurança, junto com o MEC, por meio de verbas governamentais, à investir na educação dos presos e criar serviços lá, a fim de no futuro quando saírem, terem um diploma e profissão. Ademais, cabe ao governo a abrir vagas para concursos públicos judiciário, com a finalidade de agilizar as audiências. Só assim a fala de Aristóteles “A educação tem raízes amargas, mas seus frutos são doces”. Poderá ser concretizada na vida dos detentos.