Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 30/05/2019

De acordo com o filósofo Nietzsche, “Tudo é precioso para aquele que foi, por muito tempo, privado de tudo”. Nesse pensamento, o sistema carcerário brasileiro passa por diversos problemas, entre eles destacam se as doenças e violência. Isso se evidencia pela falta de cumprimento da legislação que prevê a reinserção do individuo na sociedade; por isso, medidas devem ser tomadas para a resolução do impasse.

De acordo com o Ministério da Justiça, 62% das mortes dos detentos são causadas por doenças como a sifilis, HIV e turbeculose. Para isso, julga-se necessário dar atendimento médico prévio para a população carceraria pois as doenças podem ser transmitidas não apenas para os demais presos, como também para os funcionários.

Além disso, de acordo com o mapa da violência, em 10 anos a população carcerária do Rio Grande do Sul passou de 2145 para 8242 por conta da violência. O filosofo Pitágoras, certa vez disse “Educai as crianças, assim não será preciso punir os homens”, o mesmo pensamento vem de encontro com o do filosofo Immanuel Kant, que acredita que o ser humano é aquilo que a educação faz dele. Por isso, é necessário educar os detentos, para que os índices de mortes sejam diminuídos dentro da prisão e  possa ocorrer a reinserção dos mesmos em sociedade.

Fica claro, portanto, que a solução para o sistema carcerário brasileiro é estruturada na educação. Para isso, cabe ao Ministério da Justiça, juntamente com o MEC a criação de programas de incentivo a educação nos presídios , promovendo palestras informativas com temas sugeridos pelos próprios detentos, sendo abordado por um profissional capacitado, seja um especialista na área, para que os detentos discutam e tenham espaço para aprender e expressar suas opiniões, tornando precioso os seus pensamentos. Por outro lado, fica a cargo da população e dos pais educar as crianças, dessa forma, de acordo com Pitagoras, não será necessário puni-los posteriormente.