Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 19/02/2019
Crime fortalecido
Em conformidade com a Infopen - Informações penitenciarias do Ministério da Justiça - em 2017, o Brasil alcançou mais de 726 mil presos em todo o seu território. A falha tentativa de ressocialização de ex-detentos, fomenta o índice de criminalização em cadeias e no tecido social.
Segundo Sartre, “Quanto aos homens, o que eles são não me interessa, mas sim o que eles podem se tornar.” destarte, a função atual das prisões no corpo social só fortalece o crime. Visto que, o sistema carcerário brasileiro não apresenta, - em sua maioria - projetos internos como cursos profissionalizantes que tensionem a inserção de presidiários na sociedade.
A má administração dos presídios, preconiza a infraestrutura inadequada, que não oferece o suporte necessário a super lotação das penitenciárias, a higienização precária, que acarreta a proliferação de bacterioses e viroses como hanseníase e gripe. Além, de doenças transmitidas por roedores como a leptospirose e a peste bubônica. Assim como, a ausência dos suprimentos necessários como água potável, alimentação balanceada e consultas médicas para restabelecer a saúde debilitada.
Em suma, o sistema carcerário brasileiro apresentam falhas corrigíveis, como a higienização falha e a infraestrutura indevida, que necessitam de recursos como a utilização direta de verbas pelos administradores das cadeias, de modo que, esse investimento cesse as necessidades higiênicas e estruturais, com finalidade de diminuir os riscos de contrair doenças infectocontagiosas. Assim como, criação de projetos internos pelo Ministério da Justiça, que viabilizem ao detento uma chance de ingressar no mercado de trabalho e diminuir os índices de integração ao crime.