Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 08/11/2018

O sistema carcerário brasileiro é considerado o 4° com mais presidiários, em que o número só tende a crescer, no qual há aproximadamente 3 décadas, possuía  mais de 85 mil presos, e atualmente passam dos 605 mil. Além disso, ele passa por vários problemas, como a dificultosa ressocialização e a superlotação dos presídios.

Em primeiro lugar, a maioria dos condenados possuem dificuldades para conseguir a reintegração social, sendo um dos principais causadores disso as más condições de estabelecimentos penais pelo país. Segundo o deputado Paulo Teixeira(PT-SP), deverão ocorrer mudanças, como a adoção de penas alternativas, para que ocorra a ressocialização dos presos, por meio de educação e assistência à saúde. Assim sendo, é perceptível que a reinserção social dos detentos é algo complicado, pois as condições precárias encontradas nas cadeias, como a guerra de facções, dificultam o restabelecimento social.

Ademais, as cadeias estão passando por uma superlotação, na qual os presidiários que esperam julgamento e os que já tiveram suas sentenças, ficam no mesmo local. Conforme o portal Câmara dos Deputados, o Brasil tem mais de 600 mil detentos no país, no qual 40% são presos provisórios, sendo cerca de 240 mil condenados. Diante disso, nota-se que existem poucas detenções para muita pessoa, no qual deveriam separar os que estão aguardando julgamento dos que já foram julgados.

Portanto, é evidente que deve acontecer mudanças, pois o sistema carcerário brasileiro passa por situações complicadas. Nesse caso, o Depen, órgão do Ministério da Justiça, deve atingir a ressocialização social dos presidiários, por meio de terapias gratuitas para os prisioneiros, para que eles consigam conviver melhor no mundo depois de saírem da cadeia.