Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 03/11/2018
Consoante à segunda lei de Newton, um corpo tende a permanecer em seu estado inicial até que uma força contrária ao mesmo seja aplicada. De mesmo modo, a crise no sistema carcerário brasileiro é uma vicissitude que precisa de ser refreada. No entanto, a super lotação dos presídios e a convivência entre detentos com penas e crimes diferentes são fatores determinantes para que essa realidade perdure. Diante disso, fica evidente que o precário esquema penitenciário é uma problemática a ser enfrentada de maneira mais organizada pelo governo do Brasil.
A princípio, segundo o portal eletrônico do Correio da Paraíba, existem em média 11.894 presos pra 5500 vagas. Consequentemente, acabam sendo gerados vários problemas, dentre eles rebeliões, que são causadas principalmente pelas más condições de sobrevivência decorrente do grande número de homens por sela.
Outrossim, cabe salientar que a convivência entre detentos que praticaram crimes diferentes, afeta a conduta e o comportamento dos mesmos. Prova disso é que, segundo o jornal O Globo, 70% dos que são presos, após serem libertos voltam a cometer crimes de gravidades maiores do que haviam cometido antes. Destarte, fica nítido que o sistema prisional tem muito o que melhorar.
Portanto, o Governo Federal deve transformar o sistema penitenciário brasileiro por meio de maior repasse de verba para o Ministério da Defesa, visando: construir novos presídios para que encerre a super lotação,cuidar para que os presos acabem indo para as cadeias especializadas no delito cometido pelo detentos e oferecer aos apenados cursos profissionalizantes para que esses possam ser inseridos no mercado de trabalho. Espera-se, com isso que os problemas no sistema carcerário brasileiro seja refreado.