Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 10/10/2018
O Brasil encontra-se com Sistema carcerário em péssimas condições, com celas lotas e prisões sem condições de ressocialização do detento. Deixando de cumprir com o seu papel fundamental, além disso, fazendo com que o preso cumpra sua pena em condições desumanas.
Contudo, em uma entrevista feita em um presídio de Jataí, mostra celas com com capacidade de 2 detentos que estão recebendo 13, dentre eles, em uma mesma cela, encarcerados diferentes graus de criminalidade. Graças a lei antidrogas, em que não há o diferenciamento entre traficante e usuário contribui para o superlotamento das prisões, aumentando os índices de formação de facções criminosas. Juntamente, há precária situações de sobrevivência desses detendo como a falta de condições para higiene pessoal básica desses indivíduos, a exemplo da falta de banheiro em condições adequadas de uso.
Entretanto, de acordo com Valdirene Daufemback, diretora de Políticas Penitenciárias do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), o sistema prisional se preocupa mais com o passado do que o futuro do detento. Logo, não cumpre com o seu papel de inclusão do individuo para volta a sociedade, fazendo com que uma grande parcela dos delinquentes volte a praticar o mesmo ou piores crimes após ter novamente a sua liberdade.
Portanto, para que possamos evitar as superlotações é essencial que o governo faça a distinção de traficante e usuário em sua lei, o que diminuiria bastante o fluxo de detentos, e investimento para inauguração de novos presídios com qualidade para os detentos, além disso, grandes investimentos devem ser feito para que garantir que os pressos possam sair preparados para vida em sociedade. “Educais as crianças para que não seja necessário punir os adultos”, dito por Pitágoras, deve ser uma medida a longo prazo, que deve ser encarada pelo governo e pela sociedade em educar os jovens, para que no futuro, não se tenha tanto presidiários como atualmente.