Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 06/10/2018

Ressocialização

O processo de socialização é fundamental para construir uma sociedade melhor, e a prisão se torna um lugar propício para tais investimentos. Para início de mudanças, está a educação, assim como já dizia Durkheim, e, por isso, a adoção de penas alternativas deverá alterar os problemas de superlotação e ressocialização nos presídios nacionais.

Primeiramente, deve-se lembrar que, além de as condições desumanas vivenciadas nas cadeias, os indivíduos estão sujeitos à morte por falar de vigilância, e uma grave realidade de superlotação, o que torna ainda mais difícil uma boa convivência. Com essa realidade, o Ministério de Justiça citou o Brasil como país que mais eleva a população prisional.

Além disso, o próprio sistema facilita as condições para a criminalidade, pois o indivíduo, na situação, vê o crime como algo mais vantajoso do que uma vida correta, pela questão da pena curta, de forma fácil e com a facilidade de fuga perante um sistema falho de vigilância.

Desse modo, fica claro, que, o modo da pena dificulta uma solução para os problemas revelados. Logo, a punição deveria ser mais benéfica, forma a mudar o psicológico dos criminosos, para isso se faz necessária, a mudança em todo o sistema.

Convém, portanto, que, para aliviar tava superlotação, o Ministério de Justiça precisa dar a casos menores, punições como serviços voluntários, leituras, entre outras formas como pena alternativa. Para diminuir organizações criminosas, uma vigilância mais qualificada e por meio de bibliotecas, aulas, esportes e a disponibilização de cursos que estimulem a socialização, se faz a educação, pois através desse processo facilita a vida em sociedade após a pena cumprida.