Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 03/10/2018
Rebeliões, fugas e agressões foi o que aconteceu na penitenciária estadual de alcaçuz no estado do Rio Grande do norte em 2017. Com isso, as rebeliões que aconteciam em mais outras duas penitenciárias, mostrando ao mundo a fragilidade do sistema carcerário brasileiro.
É primordial ressaltar que o Brasil possui 607 mil pessoas privadas de liberdade em estruturas feitas para abrigar 327 mil pessoas. Entre os fatores que mais influenciam a atual superlotação dos presídios é a lei antidrogas, que apesar de dizer que apenas o traficante deve ser preso, não definiu com clareza até onde um individuo com porte de drogas ilícitas é considerado um traficante ou um usuário.
Outro fator importante a ser dito seria a falta de um programa de ressocialização e a junção de pessoas que cometeram crimes leve com aquelas que cometeram crimes mais graves. Nesse sentido, os presídios acabam se transformando em um tipo de ‘’escola do crime’’, pois sem um ressocialização adequada, o individuo que é solto, na maioria das vezes, retorna cometendo um crime mais grave e associado a alguma facção.
Diante dessa problemática, consta-se que o sistema carcerário brasileiro é inadequado e longe de ressocializar alguém. Faz-se necessário acabar com a superlotação e a criar novos programas de ressocialização. Cabe ao poder judiciário rever a lei antidrogas e os casos pendentes, o governo federal deve criar incentivos a educação e ao trabalho dentro dos presídios e junto com especialista, promover a ressocialização da população carcerária. A fim de que o Brasil construa um sistema carcerário digno e respeitável.