Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 30/09/2018
O sistema carcerário é uma questão deletéria no cenário brasileiro. Nesse contexto, não há dúvidas de que essa problemática envolve não só a insuficiente quantidade de presídios como também, a ressocialização, muitas vezes, ineficaz, do preso para incluí-lo novamente na sociedade. Portanto, esses obstáculos devem ser superados para que uma sociedade integrada seja alcançada com êxito.
Primeiramente, é incontestável que a demora das audiências, responsáveis pelas superlotação nas celas, esteja entre as principais causas da grande quantidade de presos por cárcere. De acordo com as leis Newtonianas, para toda ação há uma reação. Diante disso, a infraestrutura é precária para atender à todos os detentos, separando os que são da mesma facção criminosa pois, devido a isso, há muitas rebeliões entre eles. Portanto, é inegável que a estrutura carcerária brasileira é tratada com descaso no país, seja na sua abrangência quanto no cumprimento das leis.
Faz-se relevante ainda, salientar a ineficiência da ressocialização do delinquente como impulsionador do problema. Além disso, é cabível enfatizar que, na Idade Média, a igreja católica utilizava as prisões para o cumprimento da pena eclesiástica sob regime fechado para refletirem seus atos pecaminosos. Outrossim, a prática de reclusão para quem comete crimes ainda é vigente. No entanto, encontra-se distante da efetivação deste viés, haja vista que, o criminoso, ao ser solto, volta a cometer delitos por ter tido uma ressocialização falha.
Sendo assim, é indispensável a adoção de medidas capazes de solucionar este problema. Posto isso, cabe ao Estado em consonância com a sociedade, dar oportunidades de trabalho e edução ao preso a fim de ocupar seu tempo com aprendizados proveitosos para que não haja mais o seu engajamento no mundo do crime.