Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 21/08/2018
Na antiguidade, os crimes cometidos eram julgados, em sua maioria, com pena de morte, sem a vítima ao menos ter o direito de se defender. Após a adoção dos Direitos Humanos, muitos países (inclusive o Brasil) passaram a dar aos acusados o direito de se defender; no entanto, esse processo é feito de forma lenta e, em muitos casos, o suposto criminoso responde na prisão. Tal situação resulta numa superlotação que causa conflitos internos, além da proliferação de doenças entre os detentos.
Por conta do grande número de pessoas num pequeno espaço disponível, a situação dentro de uma cela torna-se tensa, visto que a convivência com pessoas diferentes é um desafio até mesmo num ambiente aberto. Ademais, o psicológico de quem se encontra nessas condições fica muito fragilizado, levando-as a se comportarem de maneira alterada, o que gera brigas e até mortes dentro da prisão.
Sob o mesmo ponto de vista, a superlotação dos cárceres provoca a proliferação de doenças entre os prisioneiros devido às péssimas condições higiênicas no local; além da umidade existente, juntamente com a falta de circulação do ar, que acarreta o aparecimento de doenças respiratórias e ajuda na propagação de vírus naquele ambiente.
Portanto, o Governo Federal, junto às esferas Estaduais e Municipais, deve criar um programa de acompanhamento psicológico para os detentos, contratando psicólogos de todo o Brasil a fim de fazer terapias com os acusados para que eles levem essa situação de maneira mais tranquila. Além disso, o Ministério da Justiça deve criar um projeto de aceleração de processos através de leis que determinem que um acusado não pode esperar mais de um ano para a conclusão de seu julgamento, a fim de diminuir a quantidade de presos