Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 17/08/2018
No livro “Bebês de Auschwitz” é retratado a vida de três mulheres que passaram por inúmeras dificuldades nos campos de concentrações nazistas.Partindo dessa veracidade,nota-se,hodiernamente,que os entraves passados por elas,acabam criando um legado de semelhança vivido pelos detentos no sistema carcerário brasileiro.Nesse sentido,o descaso do Estado em atender os problemas vigentes,fortalecem para que os presídios se tornem sinônimos de locais de regressões dos detidos.
Em primeira análise,é perceptível que uma parcela de leis que regem a Constituição de 1988 permaneçam inválidas na prática.Nesse contexto,os ínfimos capitais destinados a criação de novas prisões,ratificam o desencadeamentos da saturação das celas.De fato,a superlotação contribui de maneira desenfreada para que os diversos detentos fiquem em locais inapropriados.
Somado a isso,é indubitável que a falta de profissionais na área médica e a precariedade higiênica estejam permeando a problemática.Sob essa conjuntura,a situação de calamidade vivida pelos presos ,promovam a proliferação de doenças fatais,como o HIV.Nesse viés,a negligência do Governo brasileiro em relação as mulheres é ainda maior,uma vez que a compra de absorventes destinados ao publico feminino se tornem irrelevantes.Prova disso,é o que esta corroborado no livro “Presos que menstruam"da jornalista e especialista Nana Queiroz.
Torna-se evidente,portanto,que medidas rígidas devem ser tomadas para solucionar os problemas do sistema carcerário.Dessa forma,com as verbas retiradas dos impostos,o Governo deve investir no aumento de criações de presídios,afim de torna-los ambientes socializáveis.Ademais,o Estado deve garantir o direito de assistência médica e higiênica de qualidade para todos os detentos.Assim quem sabe os presidiários não precisem ser comparados com os horrores passados pelos judeus no período do nazismo.