Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 16/08/2018

Segundo a obra de Nana Queiroz “presos que mestruam”, mostra a realidade precária nas prisões, atrelada as más condições higiênicas femininas e a falta de assistência médica através do descaso público, com efeito em um maior números de mortes e violência nesses locais.

Diante disso, o Brasil é o quarto país do mundo em maior número de presos, e o único desses quatros em que só aumenta. Desse modo nota-se a má infraestutura e investimento, por conseguinte a superlotação, esses aspectos revelam a falta de políticas públicas que não conseguem efetuar o fim correcional da pena.

Destaca-se também a falta de segurança, as condições desumanas que os presidiários passam diariamente, sobretudo a luta pela sobrevivência submetida a falta de alimentação, água e saneamento básico. É vigente que a carência de atividades escolares e sociais afetam a reintegração dos presos em sociedade, visto que podem voltar ao crime.

Fica claro, portanto, a necessidade do Ministério Público um maior investimento nas construções de novas cadeias, mas também um maior acesso da saúde pública com médicos e remédios suprindo todas as necessidades dos presidiários. Além disso, ONGs com atividades pedagógicas e psicológicas e uma maior segurança gorvenamental.