Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 07/08/2018
O encarceramento de indivíduos na conjuntura social ocorre desde eras remotas, a exemplo das masmorras na era antiga, com o objetivo comum de senso de justiça por alguma tipificação criminal praticada. No entanto, com as passagens seculares houve um rearranjamento desse sistema prisional que passou a ser vigente sob uma perspectiva dos direitos humanos, assim, apesar de uma ideologia carcerária que compactua com esses direitos, na prática o Brasil enfrenta problemas em seu sistema penitenciário, sendo urge uma solução.
Nesse contexto, Aristóteles profere que somente por meio da justiça se atinge a igualdade, entretanto, há uma inadequação ideológica sobre o que é justiça pela sociedade brasileira que a ver apenas como o estágio de privação de liberdade, corroborando para o encarceramento em massa. Somado a isso, a falta de inclusão social é geradora de uma marginalização de indivíduos, corroborando para o adentramento de jovens na criminalidade, decorrente da falta de projetos sociais como o investimento estatal em esportes e educação, logo, com o aumento da criminalidade e encarceramento em massa surge os problemas do atual sistema penitenciário brasileiro , que encontra dificuldades em ressocializar seus presos, como: superlotação e massacres.
Outrossim, a timidez governamental perante o citado, como a falta de investimentos em estruturação carcerária, educação com esses detentos, entre outros corrobora para problemas atuais supracitados acima, que leva ao atendimento desumano, levando a revoltas desses presos que iniciam massacres. Ademais, o Governo vê uma solução na remediação desses problemas ao invés de sua prevenção, que se daria formentada sob investimento educacional. Nelson Mandela proferia que a educação é a arma mais poderosa na transformação do mundo.
Destarte, o Governo Federal deve implementar projetos sociais em locais mais humildes com o fito de promover a inclusão de jovens com o esporte, lazer, entre outros, já comprovados como diminuidores da criminalidade, ao passo que repassa mais verbas para a construção de novos presídios, a fim de que se diminua a superlotação e o tratamento desumano desses detentos, obtendo êxito na ressocialização desses presidiários e solucionando os problemas.