Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 24/07/2018

Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. Contudo, notamos que esse ideal iluminista não é posto em prática, fazendo com que os problemas no sistema carcerário brasileiro tornem-se permanente na sociedade brasileira, seja pela falta de defensores públicos, seja pela falta de profissionais da medicina.

Deve-se pontuar de início, que a falta de defensores públicos está entre as causas das problemáticas no sistema carcerário. Devido, os indivíduos ficarem presos, enquanto estão em julgamento, geram um número maior de pessoas exigido dentro da cela. Porém, como em muitos causas, existe a falta de um defensor para o carcereiro, causando uma superlotação, como podemos notar na Globo, que em uma reportagem, mostrou celas lotadas. Segundo, Antonio Vital, em sua reportagem, afirma que 40% dos presos, são provisórios.

Cabe salientar, outrossim, que além da falta de defensores públicos, a falta de profissionais da medicina também é um fator determinante para a persistência da falta de saúde dos presos. Quando nos referimos a saúde dos presos, principalmente das mulheres, observa-se que a cadeia não tem  um preparo específico que atende as necessidades de uma mulher. Temos como exemplo, o livro da autora, Nana Queiroz “Presos que menstruam” que conta a realidade desumana em que as presas são submetidas e como suas necessidades não são atendidas.

Por tudo isso, segundo Oscar Wilde “o primeiro passo é o mais importante na evolução de um homem ou nação. " Nesse sentido, para solucionarmos os problemas, é necessário que o governo aumente as cadeias, construam celas maiores, a fim de evitar a superlotação. Ademais, o Ministério da Saúde por meio de agentes comunitários, devem se mobilizar em visitas frequentes nos presídios do Brasil, com a finalidade dos presos viverem de uma forma menos desumana. Dessa forma, garantimos a prática da ideia iluminista e do ponto de vista de Oscar Wilde.