Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 19/06/2018
No final do século dezoito, começaram a surgir os primeiros projetos do que se tornariam as primeiras penitenciárias. Entretanto, o sistema carcerário no Brasil, é conhecido especialmente por suas deficiências, e sobretudo por sua má administração política. Consequentemente, isso culmina a um precário sistema prisional, agravado pela superlotação e o fortalecimento do crime organizado dentro dos presídios.
Cada vez mais a população carcerária cresce e poucos presídios são construídos para atender a demanda das condenações. Ademais, a superpopulação nos presídios representa uma verdadeira afronta aos direitos fundamentais, por conseguinte, impedindo que possa existir qualquer tipo de ressocialização e atendimento a esses. Visto que a dignidade da pessoa humana é um dos princípios basilares da Constituição.
Além disso, as organizações criminosas proliferam-se por todo o país, asseguradas ainda por cima pela má administração e da precariedade dos sistemas carcerários estatais. As celas são transformadas em base de comando para os presos, ordenando o crime fora e dentro delas. Sendo responsáveis pelo narcotráfico e crimes organizados em território nacional.
Entretanto, o controle da atividade do detento trouxe diversos benefícios a eles, adquirindo um papel fundamental na sociedade, realizando intensa atividade de reintegração social. Criou-se, o Instituto da Remissão, que prevê a redução de um dia da pena para cada três dias de trabalho, variando de seis a oito horas diárias. Tal programa trouxe uma luz no fim do túnel a esses esquecidos sociais.
Assim, resolver a crise do sistema carcerário é um processo que requer tempo, visto os diversos empecilhos, como a superlotação e o fortalecimento do crime. Portanto, medidas fazem-se necessárias, cabendo ao governo a reestruturação do ensino fundamental com auxílio de todas as escolas públicas e particulares, prevenindo o adentramento à criminalidade de crianças e jovens.